sexta-feira, 29 de janeiro de 2010


Ontem, estava eu numa meditação profunda, com o meu próprio ser, dentro do meu próprio mundo e ocorreram-me várias conclusões, muitas destas conclusões falsas de premissas verdadeiras, mas uma sobressai-o e até deu para escrever um texto pequeno, mas sintético.
Onde andam as verdadeiras princesas? O que é feito delas? Por onde param? O que fazem agora? Será que se extinguiram?
Quanto às repostas são vagas e pouco esclarecedoras, sinceramente não me debrucei sobre elas.
Quando me refiro a princesas, não me refiro às de sangue às que pertencem a realeza, refiro-me a todas aquelas que apesar não terem nascido com sangue “real”, nasceram sem dúvida com alma de governar um reino (um reino feito no seu imaginário, onde tudo é coordenado com luxúria e simplicidade), com um sorriso de encantar, com um jeito imaginável de ser e com um certa disposição, pois tudo o que fazem, surge como algo divinal.
Hoje em dia, poucas nascem assim, quase que diria que mundo está perdido, mas seria um grande exagero da realidade, ou será que não?
A cada dia que passa, vejo de tudo, menos comportamentos dignos de uma princesa, acham-se como tal mas no fim não agem como seria suposto. O seu perfil não marca a diferença, a sua forma de serem é medíocre e o seu pensamento é estandardizado com ideias que nunca devirão sequer ser lançadas ao mundo.

Se me considero um Princesa?
Espelho meu Espelho meu….

Poderei não ser Princesa para muitos, mas basta-me ser a Princesa do meu.

Conheço algumas, mas vou guarda-las em segredo só para mim.


A Princesa Marta Sofia

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