Ontem, estava eu numa meditação profunda, com o meu próprio ser, dentro do meu próprio mundo e ocorreram-me várias conclusões, muitas destas conclusões falsas de premissas verdadeiras, mas uma sobressai-o e até deu para escrever um texto pequeno, mas sintético.
Onde andam as verdadeiras princesas? O que é feito delas? Por onde param? O que fazem agora? Será que se extinguiram?
Quanto às repostas são vagas e pouco esclarecedoras, sinceramente não me debrucei sobre elas.
Quando me refiro a princesas, não me refiro às de sangue às que pertencem a realeza, refiro-me a todas aquelas que apesar não terem nascido com sangue “real”, nasceram sem dúvida com alma de governar um reino (um reino feito no seu imaginário, onde tudo é coordenado com luxúria e simplicidade), com um sorriso de encantar, com um jeito imaginável de ser e com um certa disposição, pois tudo o que fazem, surge como algo divinal.
Hoje em dia, poucas nascem assim, quase que diria que mundo está perdido, mas seria um grande exagero da realidade, ou será que não?
A cada dia que passa, vejo de tudo, menos comportamentos dignos de uma princesa, acham-se como tal mas no fim não agem como seria suposto. O seu perfil não marca a diferença, a sua forma de serem é medíocre e o seu pensamento é estandardizado com ideias que nunca devirão sequer ser lançadas ao mundo.
Onde andam as verdadeiras princesas? O que é feito delas? Por onde param? O que fazem agora? Será que se extinguiram?
Quanto às repostas são vagas e pouco esclarecedoras, sinceramente não me debrucei sobre elas.
Quando me refiro a princesas, não me refiro às de sangue às que pertencem a realeza, refiro-me a todas aquelas que apesar não terem nascido com sangue “real”, nasceram sem dúvida com alma de governar um reino (um reino feito no seu imaginário, onde tudo é coordenado com luxúria e simplicidade), com um sorriso de encantar, com um jeito imaginável de ser e com um certa disposição, pois tudo o que fazem, surge como algo divinal.
Hoje em dia, poucas nascem assim, quase que diria que mundo está perdido, mas seria um grande exagero da realidade, ou será que não?
A cada dia que passa, vejo de tudo, menos comportamentos dignos de uma princesa, acham-se como tal mas no fim não agem como seria suposto. O seu perfil não marca a diferença, a sua forma de serem é medíocre e o seu pensamento é estandardizado com ideias que nunca devirão sequer ser lançadas ao mundo.
Se me considero um Princesa?
Espelho meu Espelho meu….
Espelho meu Espelho meu….
Poderei não ser Princesa para muitos, mas basta-me ser a Princesa do meu.
Conheço algumas, mas vou guarda-las em segredo só para mim.
A Princesa Marta Sofia
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